A planilha que só uma pessoa entende
Funciona bem até o dia em que essa pessoa fica doente, entra de férias ou sai da empresa. Planilha não cobra ninguém, não avisa ninguém e não guarda o histórico de quem mudou o quê — nem por quê.
Erisen AI
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Apps, CRM, ordens de produção e controle de material sob medida — com um agente de IA acoplado ao fluxo, que atende no WhatsApp, registra tudo no sistema e avisa o time quando alguma coisa trava. Para indústria, marcenaria, prestador de serviço com equipe e comércio com vendedor externo.
Na maioria das empresas que atendemos já existe alguma coisa rodando: uma planilha bem feita, um grupo de WhatsApp organizado, um CRM contratado no ano passado. O que não existe é um lugar só onde o pedido nasce, anda, é cobrado e é medido. A informação fica espalhada e cada pessoa guarda um pedaço dela na cabeça.
Funciona bem até o dia em que essa pessoa fica doente, entra de férias ou sai da empresa. Planilha não cobra ninguém, não avisa ninguém e não guarda o histórico de quem mudou o quê — nem por quê.
A medida foi combinada num áudio, a alteração veio num print e a aprovação foi um “pode fazer”. Quando dá problema, ninguém acha a mensagem — e o prejuízo sobra para quem produziu.
Software de prateleira obriga a empresa a mudar o processo para caber no software. Depois de duas semanas o time volta para a planilha, e a mensalidade continua correndo do mesmo jeito.
Quanto entrou, quanto está em produção, quanto material foi consumido, qual vendedor parou de dar retorno. Se o dado só chega no fechamento, ele serve para lamentar — não para decidir.
O sistema nasce do processo que já roda na sua empresa. Não implantamos “a melhor prática do mercado” e obrigamos todo mundo a se adaptar: a operação que já dá certo é o ponto de partida, e a tecnologia é o que entra em volta dela.
Acompanhamos como o pedido entra, por onde passa, quem aprova e onde ele trava hoje. Inclusive as gambiarras — elas quase sempre existem por um bom motivo.
Você aprova as telas, as etapas do funil e as regras — quem vê o quê, o que trava, o que dispara aviso — antes de qualquer linha ser escrita.
Construído com o vocabulário da sua operação e entregue por partes: o pedaço que resolve a dor mais cara vai ao ar primeiro e já começa a ser usado.
O agente entra depois que o fluxo está de pé, atendendo e avisando dentro do sistema. Depois vem o treinamento da equipe e o ajuste do que atrapalhar no uso real.
A ordem importa. Agente de IA colocado antes de existir processo definido só automatiza a bagunça mais rápido — e a empresa acaba com dois problemas em vez de um.
Nem toda empresa precisa de tudo. O escopo sai do mapeamento, e o que não faz sentido para a sua operação simplesmente não é construído.
Etapas com os nomes que a equipe já usa no dia a dia, não “lead frio” e “oportunidade qualificada”. Cada cliente com histórico, arquivos, medidas, o que foi combinado — e o orçamento virando proposta em PDF com a sua marca, sem redigitar nada.
O pedido aprovado vira ordem, e a ordem vira tarefa para quem produz. Dá para ver o que está na fila, o que está em execução, o que já saiu e o que atrasou — por ambiente, por etapa ou por responsável.
O que existe, o que foi consumido em cada pedido e o que precisa ser comprado. Em marcenaria isso significa chapa inteira, retalho e sobra — controle que planilha nenhuma sustenta quando o volume cresce.
Atende fora do horário comercial, responde o que é rotina, qualifica quem chegou, registra a conversa dentro do sistema e passa para uma pessoa quando o assunto exige. O time recebe o lead já com contexto.
Lead sem retorno há dias, orçamento parado, ordem travada na produção. O sistema cobra o responsável interno pelo caso. Quem é cobrado é a equipe — o cliente nunca recebe uma mensagem automática de cobrança.
Quanto entrou, o que está em produção, quanto material foi consumido, qual vendedor está parado. Aberto no celular, em segundos, com o número de hoje e não o do mês passado.
Quando cada pedido é diferente do anterior, o ERP genérico não dá conta e a planilha vira o sistema oficial da fábrica sem ninguém ter decidido isso.
Projeto, medição, aprovação, corte, montagem e assistência. Um processo longo, com material caro e muita informação combinada por mensagem.
Quem tem gente em campo precisa saber o que foi feito, por quem e quando — sem depender do relatório que chega no fim do dia, ou não chega.
Vendedor na rua fecha no WhatsApp e anota no bloco. Sem um lugar único, a empresa só descobre o que foi vendido quando o pedido já está atrasado.
Preferimos mostrar cliente com nome e endereço a mostrar número que ninguém tem como conferir. Estas são marcas que a Erisen AI já atendeu:
Apresentação digital para marca de móveis planejados e corporativos, com navegação clara e foco em autoridade.
Ver site →
Presença digital para captação de clientes, explicação do serviço e conexão com atendimento pelo WhatsApp.
Ver site →Agentes de WhatsApp e automação de atendimento já são uma frente ativa da Erisen AI, com fluxos que respondem, qualificam leads e encaminham a conversa sem perder contexto — é essa camada que acoplamos ao sistema. A produção e a engenharia de agentes ficam com Régis Resende; a condução comercial dos projetos, com Erick Antunes. A Erisen AI é de Ijuí/RS e atende empresas em todo o Brasil, com trabalho remoto.
Não vendemos software de prateleira. Existe uma base técnica que reaproveitamos de projeto para projeto — login, permissões, funil, avisos, geração de PDF, integração com WhatsApp — e é ela que faz o prazo caber. Mas as telas, os status, as regras e o vocabulário são desenhados para a sua operação. Quem se adapta é o sistema, não a sua equipe.
Não entregamos tudo de uma vez. Colocamos no ar primeiro o pedaço que resolve a dor mais cara — normalmente o funil de vendas ou a ordem de produção — e a equipe já começa a usar de verdade enquanto o resto é construído. É assim que se descobre cedo o que precisa mudar, em vez de descobrir no dia da entrega final.
É exatamente por isso que o sistema usa as palavras que já existem na empresa. Se lá dentro se fala ambiente, ordem, chapa ou romaneio, é isso que aparece na tela — e não um termo importado de manual. Treinamos a equipe, acompanhamos as primeiras semanas de uso e ajustamos o que estiver atrapalhando.
Sim, e é assim que a maioria dos projetos funciona. O agente atende no número que os clientes já conhecem, responde o que é rotina, qualifica, registra a conversa dentro do sistema e passa para uma pessoa quando o assunto exige. O time não precisa abrir outro aplicativo para saber o que foi combinado.
Entram no sistema. Clientes, produtos, tabela de preços e histórico de pedidos são importados antes da virada, para ninguém começar com a tela vazia. Onde a planilha estiver bagunçada — nome duplicado, preço desatualizado — apontamos antes de importar, porque migrar sujeira só muda o lugar do problema.
Sim. A Erisen AI é de Ijuí, no Rio Grande do Sul, e atende empresas em todo o Brasil com produção remota. O mapeamento e as aprovações acontecem por chamada de vídeo, e o dia a dia do projeto por WhatsApp.
Devolvemos o desenho de como isso vira sistema — e qual pedaço deve entrar primeiro — sem custo.
Começar pelo WhatsApp →