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Seu apresentador grava uma vez e continua falando.

Clone digital de rosto e voz para empresas que precisam de volume de vídeo com a mesma pessoa na frente da câmera — treinamento, comunicação interna, conteúdo recorrente e outros idiomas — sem marcar uma nova gravação a cada roteiro.

O gargalo não é a ideia. É a agenda de quem aparece.

Toda empresa que decide comunicar por vídeo trava no mesmo ponto: existe roteiro, existe demanda, existe canal — e existe uma pessoa só, com agenda cheia, que precisa estar na frente da câmera para tudo.

O resultado é conhecido. O calendário de conteúdo depende de uma diária que nunca fecha. O módulo de treinamento fica desatualizado porque regravar o trecho errado custa uma manhã inteira. O comunicado que precisava sair hoje sai na semana que vem, ou vira um e-mail que ninguém lê. E quando finalmente a gravação acontece, ela sai com outra roupa, outra luz e outro fundo — a empresa parece três empresas diferentes.

O clone digital resolve exatamente esse ponto, e só ele: separa a produção do vídeo da disponibilidade da pessoa. O porta-voz cede a imagem e a voz uma vez, em condições controladas. Depois disso, o que limita a quantidade de vídeo é o roteiro — não a agenda, não o estúdio, não o deslocamento.

Empresas com porta-voz definido

Fundador, diretor comercial ou head técnico que já é o rosto da marca e não consegue gravar toda semana.

Times de comunicação interna

RH, treinamento e operações que precisam repetir a mesma informação para times diferentes, e atualizá-la quando ela muda.

Infoprodutores sérios

Quem vive de aula gravada e precisa refazer um módulo sem remontar cenário, luz e figurino do zero.

Operações multi-idioma

Empresa que atende mais de um mercado e não quer três apresentadores diferentes contando a mesma história.

Como funciona.

Quatro etapas. A primeira é a única que exige a pessoa presente.

Captação de imagem e voz

Sessão curta e controlada: enquadramento fixo, luz estável, fundo definido e leitura de um texto neutro para cobrir entonação, pausa e respiração. Antes disso, a autorização assinada.

Treino e calibragem

Construímos o modelo de rosto e de voz e testamos com trechos reais do seu vocabulário — nome de produto, sigla, termo técnico. O que sai errado volta para ajuste antes de qualquer entrega.

Roteiro

Vídeo com apresentador falha por texto, não por tecnologia. Escrevemos ou revisamos cada roteiro para ritmo de fala: frase curta, uma ideia por bloco, começo que segura e final com destino.

Geração em escala

Com modelo aprovado e roteiro pronto, cada nova peça é produção, não evento. Enviamos nos formatos de cada canal e mantemos o padrão visual entre todos os vídeos.

O que entregamos.

O clone é o meio. A entrega é vídeo pronto para publicar, com padrão que não muda de uma peça para a outra.

O modelo do apresentador

Rosto e voz calibrados, com direção visual alinhada à marca: roupa, cenário, iluminação e postura coerentes com o posicionamento da empresa.

Vídeos em série

Peças recorrentes com a mesma identidade — sem a variação de figurino, fundo e luz que aparece quando se grava em dias diferentes.

Roteiro e legenda

Texto escrito para fala, legenda embutida para quem assiste sem som, e versão dos formatos por canal: vertical, quadrado e horizontal.

Atualização sem regravação

Mudou o preço, a regra ou o procedimento? Refazemos o trecho afetado sem reunir a equipe e sem remontar o set.

Outros idiomas

O mesmo roteiro, a mesma pessoa, outro idioma — com revisão humana do texto antes de ir para a geração.

Documentação de uso

Termo de autorização, escopo do que pode e do que não pode ser produzido, e o procedimento de revogação por escrito.

Limites e ética. Leia antes de contratar.

Esta seção não é aviso legal em letra miúda. É a parte do serviço que define o que aceitamos fazer — e é o que separa um clone que protege a marca de um problema que chega meses depois.

  • Consentimento do dono da imagem e da voz, por escrito. Nenhum modelo é criado sem autorização assinada pela própria pessoa, com escopo definido: onde pode ser usado, por quanto tempo, para dizer que tipo de coisa. Consentimento verbal, e-mail de chefe ou cláusula genérica de contrato de trabalho não bastam. A imagem e a voz são da pessoa, não do cargo.
  • Autorização revogável, com destruição do modelo. Quem cedeu pode voltar atrás. Se o porta-voz pedir para parar — porque saiu da empresa, mudou de posição ou simplesmente mudou de ideia — encerramos a geração, retiramos do ar o que estiver sob nosso controle e destruímos o modelo. Esse procedimento é combinado antes da captação, não improvisado depois.
  • Nunca imitamos terceiro. Não produzimos clone de pessoa que não autorizou: figura pública, celebridade, concorrente, ex-funcionário ou alguém já falecido. Também não fazemos "parecido com" alguém famoso. Se o pedido for esse, recusamos o projeto.
  • Uso declarado. Recomendamos — e em conteúdo institucional, treinamento e atendimento defendemos como regra — deixar claro que o vídeo foi produzido com inteligência artificial. Público que descobre sozinho perde a confiança inteira, e a confiança do porta-voz é justamente o ativo que o clone existe para escalar.
  • O clone não afirma o que a pessoa não assinaria. Cada roteiro passa por aprovação de quem cedeu a imagem antes de virar vídeo. Nada de promessa de resultado, recomendação de saúde, garantia financeira ou posicionamento político colocado na boca de alguém que não escreveu aquilo.
  • Dado biométrico é dado pessoal sensível. A LGPD classifica dado biométrico nessa categoria. Isso muda o cuidado com armazenamento, com acesso e com prazo de guarda do material de captação e do modelo — e é por isso que o termo, o escopo e o procedimento de encerramento fazem parte da entrega, e não de um anexo esquecido.
  • O que o clone não faz. Não substitui a presença real quando o contexto pede presença real: negociação sensível, crise, pedido de desculpa institucional. E não sustenta close extremo com emoção intensa — nesses casos, o certo é gravar.

O que já existe hoje.

Clone digital é linha ativa da Erisen AI e já aparece nas páginas de serviço da agência — não é uma promessa nova para esta página.

Porta-voz da marca apresentando o ambiente — sem estúdio, sem agenda.
Outra semana, outro roteiro, a mesma pessoa. É esse o ganho.
Personagem de marca: quando ninguém da empresa quer aparecer.

Linha ativa para empresas

A página de Empresas descreve o serviço em três passos — referência, criação com direção visual alinhada à marca e conteúdo recorrente com a sua cara, sem a sua câmera. Ver a seção de clone digital.

Prazo praticado

Projetos simples de clone ficam prontos em 3 a 5 dias úteis após o briefing, o mesmo prazo publicado na página de Empresas.

Produção de vídeo por trás

O clone entra numa operação de vídeo que já roda para clientes reais — mecânica, ótica, seguros. Ver peças no ar.

Perguntas que sempre chegam.

Quanto material preciso gravar para criar o clone?

Menos do que parece. Uma foto ou um vídeo de referência já permite começar, e qualidade básica funciona — a direção visual cuida do acabamento. Quando a empresa vai usar o clone em volume, vale fazer uma captação dedicada: uma sessão curta, com luz controlada, enquadramento fixo e leitura de um texto neutro. Quanto melhor a base, menos correção depois.

Quanto tempo leva para o clone ficar pronto?

Projetos simples de clone ficam prontos em 3 a 5 dias úteis após o briefing. Depois que o modelo existe, cada novo vídeo deixa de depender de agenda, estúdio ou disponibilidade do apresentador — passa a depender do roteiro.

O clone consegue falar em outro idioma?

Sim. O mesmo roteiro pode ser apresentado pela mesma pessoa em outro idioma. Sempre com revisão humana do texto por alguém que domine o idioma antes de publicar: tradução automática erra termo técnico, nome de produto e tom — e o erro sai na voz do seu porta-voz, o que é pior do que não publicar.

Dá para perceber que é inteligência artificial?

Depende do enquadramento e do texto. Em plano médio, com roteiro bem escrito e ritmo natural, a maioria das pessoas não estranha. Em close extremo, com emoção forte ou gesto complexo, ainda dá para notar. Preferimos dizer isso antes do contrato do que justificar depois — e, de qualquer forma, recomendamos declarar o uso de IA.

De quem é o clone e o que acontece se eu quiser encerrar?

O modelo é da empresa contratante e da pessoa que cedeu a imagem e a voz, nos termos que forem assinados. A autorização é revogável: se o porta-voz pedir para parar, paramos de gerar, retiramos o material do ar quando aplicável e destruímos o modelo. Isso precisa estar escrito antes da primeira gravação, não depois.

Posso clonar um funcionário, um ator ou uma pessoa conhecida?

Funcionário, sim, com consentimento livre e por escrito, com escopo de uso definido e com previsão do que acontece quando ele deixar a empresa. Pessoa que não autorizou, não — nem figura pública, nem concorrente, nem alguém já falecido. Não produzimos clone que imite terceiro sem autorização, em nenhuma hipótese.

Conte quem vai ser o rosto.

Devolvemos o plano de captação, o que dá e o que não dá para fazer com esse porta-voz, e o termo de autorização — sem custo.

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